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Dono de supermercado é preso por venda de carne imprópria para consumo

Mais de 200 quilos do produto foram apreendidos em estabelecimento no bairro Ouro Verde.

26/11/2016 06:28

Uma inspeção realizada pela Inspetoria Veterinária, Vigilância Sanitária e Arpa, com apoio dos policiais da 1ª e 2ª Delegacias de Polícia, apreendeu mais de 200 quilos de alimentos impróprios para consumo. A ação aconteceu nos bairros Ouro Verde e Zatt, mas apenas no primeiro bairro foi encontrada carne estragada. O proprietário do estabelecimento foi preso em flagrante por crime contra ordem de consumo.

A operação iniciou por volta das 9h15min desta sexta-feira, 25. Os fiscais e os policiais foram até dois supermercados, um no bairro Ouro Verde e outro no bairro Zatt. Porém, as irregularidades foram encontradas apenas no Mercado União, localizado na rua Isidoro Cavedon, entre os bairros Ouro Verde e São Roque. De acordo com o delegado Arthur Reguze, titular da Delegacia de Polícia de Pronto Atenimento (DPPA), os fiscais encontraram produtos alimentícios e derivados de carne em condições impróprias para consumo humano no depósito do supermercado, localizado há duas quadras do estabelecimento. No local, os policiais encontraram alimentos misturados com produtos de limpeza e até uma bomba de fertilizante no depósito.

No supermercado, os fiscais encontraram uma linguiça considerada imprópria para consumo, pois a sua confecção não segue os padrões determinados pela Vigilância Sanitária. Após a apreensão dos alimentos foi dada voz de prisão em flagrante para o proprietário do Mercado União, Ronaldo Castiglioni, de 28 anos, Ele foi levado para a DPPA, onde alegou que os produtos foram deixados na câmara fria para descarte, mas não seriam utilizados para venda aos consumidores. Segundo o delegado Arthur, ele será recolhido ao Presídio Estadual de Bento Gonçalves e indiciado pelo crime contra ordem de consumo, que tem pena prevista de dois a cinco anos de reclusão.

Ainda na tarde desta sexta-feira, os fiscais irão realizar os devidos testes com o material apreendido para comprovar que ele não tinha condições de ser consumido.

Fotos: MARCELO DARGELIO - Fonte: Marcelo Dargelio