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Em meio a novo protesto de trabalhadores, CCS ganha mais prazo para se explicar

Enquanto a ex-contratada do município não se manifesta na Justiça, a prefeitura afirma estar tentando pagar as verbas rescisórias diretamente aos funcionários demitidos em junho

16/07/2020 04:55

Um mês depois do encerramento dos contratos da prefeitura de Bento Gonçalves com a empresa CCS, que finalizaram em 15 de junho, os trabalhadores que atuavam de forma terceirizada no municípío ainda não receberam as verbas rescisórias a que têm direito. Nesta quarta-feira, dia 15, os ex-funcionários voltaram a protestar em frente à sede do governo municipal – na sequência, representantes do grupo se reuniram com o procurador-geral Sidgrei Sapassini e a diretora do Gabinete do Prefeito, Larissa dos Santos.

De acordo com o Poder Público, o impasse se mantém em virtude do silêncio da CCS. Em 18 de junho, a administração encaminhou à Justiça um pedido para que pudesse pagar diretamente os valores devidos aos servidores, para evitar que a empresa descumprisse suas obrigações. No Judiciário, a CCS teve prazo de 15 dias para apresentar seus argumentos e documentos, mas não se pronunciou dentro do prazo determinado.

Na última terça-feira, 14, a empresa ganhou mais cinco dias para se manifestar. Enquanto isso, a prefeitura alega estar aguardando a decisão judicial e que, tão logo seja autorizada, pretende utilizar recursos já resguardados para pagar as indenizações relativas às demissões. "Estamos buscando uma autorização judicial para pagamento destes servidores, mas a empresa ainda não apresentou todos os documentos e informações que lhe foram determinados pela juíza, e então o pagamento ainda não foi liberado. A Prefeitura está buscando que estes servidores tenham o direito de receber", afirma Spassini.


Fotos: NB Notícias - Fonte: