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Homem que matou ex-companheira foi condenado a 20 anos de prisão

Além do ex-companheiro de Dorisete De Biasi, o cúmplice Sidnei Alves da Silva foi condenado a dois anos e seis meses de prisão em regime aberto pelo crime de sequestro.

15/03/2019 02:17

Adriano Adilio do Amaral, foi condenado a 20 anos de reclusão em regime fechado por matar sua ex-companheira, Dorisete De Biasi, em 2012. O júri do caso ocorreu nesta quinta-feira, dia 14, com a sentença definida por volta das 19h, após quase dez horas de julgamento. Além de Adriano, o cúmplice, Sidnei Alves da Silva, foi condenado a dois anos e seis meses de prisão em regime aberto pelo crime de sequestro e cárcere privado. 

Adriano, de 38 anos, teve a condenação de 20 anos de prisão em regime fechado por homicídio qualificado – Código Penal – art. 121, § 2.º, com base em motivo torpe, meio cruel e por impossibilitar a defesa da vítima. O ex-companheiro de Dorisete foi denunciado pelo Ministério Público e confessou que pagou R$ 2 mil para outros dois homens no auxílio do sequestro da vítima. 

O cúmplice Sidnei Alves da Silva, de 28 anos, que teve o seu irmão preso inicialmente por engano, foi condenado a dois anos e seis meses em regime aberto. Ele já possuí outra condenação pela Vara de Execuções Criminais Regional (VEC) em regime fechado.

O júri foi comandado pela juíza Fernanda Ghiringhelli de Azevedo, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Bento Gonçalves, coma a presença de um promotor criminal, defensor público, auxiliar de acusação e do advogado de Adriano. 

Relembre o caso:

O crime aconteceu no ano de 2012, quando a vítima, de 41 anos, foi sequestrada quando saia de casa, no Loteamento Cembranel, no bairro São Roque. Dorisete foi encontrada morta no dia 29 de agosto de 2012, em um matagal de difícil acesso no bairro Tamandaré, em Garibaldi. Segundo laudo da necropsia, a mulher foi estrangulada no mesmo dia do sequestro, que ocorreu um dia antes da localização do corpo. Dois cúmplices auxiliaram no sequestro de Dorisete: Sidnei Alves da Silva e outro indivíduo de menor, os quais teriam ganhado R$ 2 mil de recompensa.  

A vítima e o autor do crime foram casados por três anos e estavam separados há cerca de três meses antes da morte de Dorisete. O motivo do crime se baseou pelo fato de o Adriano não ter aceitado o fim do relacionamento. 

Fotos: Divulgação - Fonte: Notícias de Bento