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Maio teve alta de 240% nas demissões em Bento Gonçalves

Comparação com o mesmo mês de 2019 indica que saldo negativo entre admissões e desligamentos passou de 189 para 643. Indústria lidera com diferença de 313 rescisões, mas todos os setores registraram mais baixas do que contratações no período

02/07/2020 02:53

Em um comparativo com 2019, o mês de maio deste ano registrou um aumento de 240% no saldo de demissões verificadas nos mais diversos setores da economia de Bento Gonçalves. Os dados, retirados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram compilados pelo Observatório do Trabalho, da Universidade de Caxias do Sul (UCS), e divulgados nesta quarta-feira, 1º de julho.

O cálculo é feito confrontando os número das admissões com os desligamentos: em maio, foram 695 entradas frente a 1.338 saídas, resultando em uma sobra de 643 rescisões. A indústria lidera o ranking negativo, com 313 postos de trabalho extintos; seguida do setor do comércio, que contabiliza 246; do comércio, com 62; e da construção civil, com 22. Ou seja, à exceção da agropecuária, que apresentou um índice nulo, todos os segmentos tiveram decréscimo nos 31 dias analisados.

O quadro negativo marcou o terceiro mês seguido de performance deficitária no município. No acumulado do ano, houve o fechamento de 1,1 mil postos formais de trabalho, contra 695 vagas criadas no mesmo período de 2019. Nos últimos 12 meses, por sua vez, Bento registrou 1,3 mil empregos encerrados.

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