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VW T-Cross começa a chegar às lojas

Confira os preços e as versões disponíveis do SUV Compacto da Volkswagen que foi apresentado nas principais lojas do país nesta semana.

19/04/2019 03:23

Um dos mais aguardados lançamentos de 2019 já está nas lojas. A Volkswagen começa a vender o inédito T-Cross, SUV compacto que promete brigar pela liderança do segmento. A pré-venda já foi um sucesso, com as 800 unidades esgotando em uma semana. E olha que foi oferecida apenas as versões mais caras, na faixa de R$ 100 mil para cima.

Agora o interessado terá à disposição desde a configuração de entrada 1.0 200 TSI manual, que parte de R$ 85 mil, e vai até a 1.4 250 TSI, começando em R$ 109.490. Há ainda 850 unidades do pacote First Edition, exclusiva de lançamento, que custa R$ 117 mil. A montadora prevê que as três configurações com o motor 1.0 turbo, de 128 cv, representarão 75% das vendas do carro. Desde a semana passada várias lojas pelo Brasil realizam o chamado Vip Day, para apresentar a novidade a clientes.

O motor 1.0 turbo tricilíndrico com injeção direta de combustível rende 128/ 116 cv (etanol/ gasolina) e 20,5 kgfm. E ele caiu muito bem ao SUV compacto. Despeja quase todo o torque já a 2 mil giros, exigindo menor pressão no acelerador para arrancadas mais firmes.

Não espere acelerações vigorosas, de colar o corpo ao banco. Não é proposta do 1.0 turbo. Mas isso não significa que ele decepciona. Pelo contrário, há um belo casamento com o câmbio automático de seis velocidades, que escalona as marchas corretas conforme a exigência, como em ultrapassagens e subidas.

Segundo dados da Volkswagen, o zero a 100 km/h é feito em 9,6 segundos no câmbio manual e 10,4 s, no automático. O desempenho do 1.0 turbo é superior ao dos principais concorrentes. Honda HR-V 1.8 (138 cv e 17,7 kgfm) cumpre o mesmo trecho em 10,7s no automático tipo CVT; o Renegade 1.8 (139 cv e 19,6 kgfm) faz em 11,1s no automático; e o Hyundai Creta 1.6 (130 cv e 16,5 kgfm) precisa de 12,0s no automático.

O T-Cross usa a plataforma MQB A0, a mesma de Polo e Virtus, que entrega um padrão europeu de construção, com chassi bastante rígido e seguro. Recentemente recebeu nota máxima no teste de colisão do Latin NCAP. De série, o modelo já vem com seis airbags e controle de estabilidade e de tração. Também oferece detector de fadiga e frenagem automática pós-colisão nas versões mais caras.

O porte do utilitário não é tão vistoso como nos rivais. Com 4,23 de comprimento, é uma do menores da categoria. Isso facilita as manobras e o encaixe nas vagas mais apertadas. Porém, por dentro ele entrega uma espaço de SUV. São 2,65 m de distância entre-eixos, a mesma do Virtus, que lhe confere ótimos vãos para as pernas nas duas fileiras de bancos.

Inovação visual

A aparência do Volkswagen foge um pouco ao padrão do segmento e não deve passar despercebido nas ruas. Destaque para a traseira inédita, com as lanternas conectadas por uma espécie de painel escurecido, cuja função é refletir as luzes dos veículos que vêm atrás durante à noite.

A iluminação da lanternas em led traz elementos com a assinatura refinada da marca, em formato de ‘C’. A dianteira é mais sóbria e remete à do novo Tiguan. Na versão Highline a luz diurna DRL é integrada aos faróis. Nas demais configurações ela está inserida ao farol de neblina.

Melhores tecnologias são opcionais


A novidade traz um nível de tecnologia pouco visto nos rivais. Só que está distribuído por pacotes opcionais que encarecem o veículo. Para ter sistema de estacionamento automático (Park Assist 3.0), som premium Beats com subwoofer e faróis full led é preciso desembolsar R$ 6.050 a partir da versão 1.0 TSI Comfortline, subindo o preço para R$ 106.040.

Já o moderno quadro de instrumento 100% digital e personalizável, casado com a central multimídia de 8 polegadas com navegação por satélite, sai por R$ 4 mil e está disponível somente para a opção topo de linha Highline 1.4 TSI. O preço daí alcança R$ 113.990. O pacote inclui ainda o seletor de modos de condução (Normal, ECO e Sport).

O teto solar panorâmico é outro opcional, oferecido a partir da versão intermediária por R$ 4,8 mil (na cesta há ainda retrovisor eletrocrômico, sensor de chuva e farol alto automático).

Porta-malas limitado


A capacidade de 373 litros do porta-malas está entre as menores do segmento. Perde para a maioria dos concorrentes, como HR-V (437 l), Kicks (432 l) e Creta (431 l). A Volks até criou uma solução para ampliar o volume do compartimento para 420 l, usando uma gancho retrátil que deixa o encosto do banco traseiro levemente para a frente. Teria sido melhor colocar um assento deslizante para abrir espaço lá trás, como fez na Tiguan.


Fotos: Divulgação - Fonte: Divulgação